Estilhaçada, mais uma vez, chorou.
Seu mundo havia diminuído em tamanho.
Sentiu-se só.
Perdeu o rumo e esqueceu o caminho de volta.
Quis afago,pediu carinho.
Catou seus cacos no chão e seguiu.
Sem saber o que faria, olhou para as estrelas,
como quem busca uma direção.
O arregaço foi tanto,tanto,tanto,que adormeceu em meio a dor.
Não pelo que se passou, mas por toda a dor vivida até ali.
Não conhecia o manancial que existia em seu ser.
Regou os jardins da vida, com sua própria emoção.
Muitos admiravam sua força,
mas é porque não conheciam as dores de seu coração.
Fosse ele de vidro, teriam outra visão.
Houve quem entendesse a sua dor.
Mesmo chegando agora, respeitou.
Admirou-se daquela sutileza.
Viu nesse ato, beleza.
Agradeceu a franqueza.
Prevenir danos a quem já está estilhaçado, é sinal de cuidado.
Acolheu os argumentos, pois viu fundamentos.
Quis viver a poesia e não viu que era fantasia.
Catou seus cacos no chão e seguiu.
Sem saber o que faria, olhou para as estrelas,
como quem busca uma direção.
O arregaço foi tanto,tanto,tanto,que adormeceu em meio a dor.
Não pelo que se passou, mas por toda a dor vivida até ali.
Não conhecia o manancial que existia em seu ser.
Regou os jardins da vida, com sua própria emoção.
Muitos admiravam sua força,
mas é porque não conheciam as dores de seu coração.
Fosse ele de vidro, teriam outra visão.
Houve quem entendesse a sua dor.
Mesmo chegando agora, respeitou.
Admirou-se daquela sutileza.
Viu nesse ato, beleza.
Agradeceu a franqueza.
Prevenir danos a quem já está estilhaçado, é sinal de cuidado.
Acolheu os argumentos, pois viu fundamentos.
Quis viver a poesia e não viu que era fantasia.
Ana Paixão, estilhaços.

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